Dois estabelecimentos que exploravam jogos de azar foram fechados em São Luís e em São José de Ribamar. De acordo com informações, os endereços apontavam que um dos locais estava situado no centro da capital e o outro no bairro do Parque Vitória.
O primeiro estabelecimento, alvo da operação estava situado no centro da capital e explorava o jogo na modalidade bingo eletrônico, contando com uma luxuosa estrutura que acomodava dezenas de jogadores ao mesmo tempo, a maioria deles idosos que gastavam toda a sua renda na referida jogatina. Já o segundo estabelecimento se tratava de exploração de jogo na modalidade caça níquel.
As estruturas dos cassinos foram desfeitas, os responsáveis conduzidos a SEIC. As investigações prosseguem para chegar até os reais proprietários dos estabelecimentos.
FILE PHOTO: A vial of AstraZeneca coronavirus vaccine is seen at a vaccination centre in Westfield Stratford City shopping centre, amid the outbreak of coronavirus disease (COVID-19), in London, Britain, February 18, 2021. REUTERS/Henry Nicholls//File Photo
De acordo com o presidente do comitê científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), João Viola, a AstraZeneca tem um percentual maior de reações leves e moderadas na primeira dose e isso cai bastante na segunda.
O presidente também destacou que na primeira dose as pessoas costumam sentirem dores no local e segundo ele, isso é comum, passando com 24h, 48h.
Mas também tem as pessoas que não têm reação alguma. Isso é visto como efeitos adversos leves, sem muitas consequências. Mas alerta que, apesar das reações, é importante tomar a vacina.
A bula da AstraZeneca também reforça que os efeitos colaterais são menores na segunda aplicação. O fabricante explica que “a vacina pode causar efeitos colaterais, apesar de nem todas as pessoas os apresentarem. Menos efeitos colaterais foram relatados após a segunda dose”.
“A vacina induz no nosso organismo um treinamento muito específico e intenso. Da primeira vez que recebemos esse treinamento, é como se tivéssemos uma infecção, o nosso corpo pensa que está sendo infectado, mas não está. Nossa resposta para a infecção na primeira vez é muito intensa”, explica o cientista Oscar Bruna-Romero, professor de doenças infecciosas e vacinas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
“Na segunda dose, o corpo já treinou o sistema imunológico para responder à ‘infecção’ de uma forma suficiente, não excessiva”, completa o cientista.
Ele reforça que, caso a pessoa sinta algum efeito adverso também na segunda dose, ela pode tomar um analgésico, assim como da primeira vez. “Esse efeito pode ser contornável com um paracetamol ou dipirona.”